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Resíduos Sólidos: nem tudo é “lixo”!
6 de fevereiro de 2020
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O lixo é um grande problema ambiental que existe atualmente, principalmente nas grandes cidades. Vivemos em uma sociedade em que o consumismo aumenta cada vez mais e, consequentemente, isso também aumenta o número de resíduos gerados.

 

Quanto mais produtos são comprados, mais embalagens, feitas majoritariamente de plástico, são descartadas no meio ambiente. E, infelizmente, muitas vezes esse material não é separado e não é reciclado.

 

Ainda falta consciência ambiental na população para compreender que tudo o que é consumido, é gerado resíduo que é capaz de degradar o meio ambiente.

 

A coleta de lixo é uma das vertentes do saneamento básico, a qual é extremamente importante para manter a cidade limpa, ambientalmente preservada e longe de vetores de doenças.

 

Além disso, a coleta de lixo feita corretamente também contribui para evitar problemas com a drenagem urbana. Caso o lixo tenha sido colocado na rua e a coleta não tenha sido feita e ocorra uma chuva, todo o lixo pode causar grandes problemas no escoamento das águas.

 

Portanto, é muito importante que a população saiba os dias e horários que os seus sacos de lixo serão coletados para evitar que os mesmos fiquem muitas horas na rua com risco de causar problemas para a cidade.

 

Política Nacional de Resíduos Sólidos

 

Aqui no Brasil existe a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, a Lei 12.305 de 2010, que dispõe sobre princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis.

 

Os principais objetivos da PNRS são a não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada; a proteção da saúde pública e da qualidade ambiental e o estímulo à adoção de padrões sustentáveis de produção e consumo.

 

De acordo com a Lei, existem algumas opções de destinação ambientalmente adequada do resíduo:

 

  • Reutilização – aproveitamento dos resíduos sólidos sem transformação biológica, física ou físico-química.

 

  • Reciclagem – transformação dos resíduos sólidos com alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas à transformação em insumos ou novos produtos.

 

  • Compostagem – técnica utilizada para estimular a decomposição de material orgânico para transformar em adubo.

 

 

  • Aproveitamento energético – aproveitamento energético dos gases gerados nas unidades de disposição final de resíduos sólidos.

 

  • Disposição final – distribuição ordenada de rejeitos em aterros.

 

Aterro Sanitário

 

Em relação ao aterro sanitário, é importante explicar que ele é o local correto para a destinação final dos resíduos sólidos oriundos de residências, comércio, indústria, hospitais, construção, entre outros.

 

Geralmente ficam em locais mais afastados, pois caso ocorra contaminação do solo devido a infiltração de chorume, não há risco de atingir a população. Além disso, o possível mau cheiro também é um fator importante para mantê-los longe dos locais mais densos.

 

O aterro sanitário é muito bem esquematizado para receber os resíduos utilizando o menor espaço possível. Resumidamente, existem camadas no aterro, para dispor o resíduo e outras para cobri-lo. Assim, essas camadas vão se repetindo, sempre cobrindo os resíduos.

 

Vale ressaltar que o solo que recebe o resíduo no aterro é coberto com material impermeável justamente para evitar a contaminação e degradação do solo e águas subterrâneas.

 

Os aterros são fundamentais para resolver e/ou minimizar o grande problema da geração de resíduos no meio urbano. O ideal é que a menor quantidade possível de resíduos vá para os aterros.

 

Ou seja, a prioridade é, primeiramente, a redução da geração de resíduos e depois a sua reutilização e reciclagem, antes de ser já ser levado para o aterro sanitário. Assim, para que isso ocorra é necessário que haja a separação dos resíduos e a coleta seletiva para uma reciclagem mais eficaz.

 

Lixo x Resíduos x Rejeito

 

Talvez você já tenha ouvido falar nesses três termos, mas não saiba a diferença entre eles. Veja a seguir o que significa cada um deles para tirar todas as dúvidas:

 

Lixo: é o termo mais popular, o qual é definido como restos de atividades humanas, considerados inúteis ou descartáveis.

 

Resíduo: são os materiais ou substâncias que ainda possuem a possibilidade de serem reutilizados e/ou reciclados.

 

Rejeito: são os resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada, que são os aterros.

 

É extremamente importante que o poder público desenvolva políticas públicas de diminuição de geração de lixo e correta destinação dos resíduos sólidos locais, pois esta é uma problemática que demanda muitos recursos, grandes áreas e fortes impactos socioambientais.

 

Racionalizar o consumo e as práticas econômicas é colaborar para o tão almejado desenvolvimento sustentável do planeta e, claro, das comunidades.